Experimento sensações vitais, sensações estranhas e únicas, sensações intransmissíveis, incompreensíveis, indescritíveis… sensações apenas sentidas. Espero discretamente a harmonia e a paz… Alcanço secretamente o silêncio e a solidão… Espero alguém que não vem. Espero quem se aproxima na sombra de ninguém.
Atravessam-me olhares gélidos e distantes, carregados de doces ilusões, de sonhos proibidos, de falsas esperanças. Multiplicam-se as tentativas vagas e mal sucedidas de me manter numa agradável aparência, numa mentira sedutora. Dói-me admitir que não tenho um sítio em lugar algum, em lado nenhum… Não tenho um local onde me sinta realizada e satisfeita, onde sinta que a minha presença é relevante, onde sinta que os outros me conhecem. Mas nem por um momento, a minha incansável busca cessa. Desiludo-me por não saber a onde pertenço... Reprimo as lágrimas. Acalmo-me.
Grito sem me ouvir no silêncio inquebrável e mudo, que me rodeia e envolve, que me faz desesperar na angústia aflitiva. Escondo-me num refúgio incerto. Fecho os olhos. Entrego-me. Questiono-me. Descubro-me. Talvez um dia, na minha espera demorada, consiga encontrar um lugar “ideal”. Abro os olhos. Liberto-me. Sorrio. Enfrento a azáfama da minha vida indefinida.
Atravessam-me olhares gélidos e distantes, carregados de doces ilusões, de sonhos proibidos, de falsas esperanças. Multiplicam-se as tentativas vagas e mal sucedidas de me manter numa agradável aparência, numa mentira sedutora. Dói-me admitir que não tenho um sítio em lugar algum, em lado nenhum… Não tenho um local onde me sinta realizada e satisfeita, onde sinta que a minha presença é relevante, onde sinta que os outros me conhecem. Mas nem por um momento, a minha incansável busca cessa. Desiludo-me por não saber a onde pertenço... Reprimo as lágrimas. Acalmo-me.
Grito sem me ouvir no silêncio inquebrável e mudo, que me rodeia e envolve, que me faz desesperar na angústia aflitiva. Escondo-me num refúgio incerto. Fecho os olhos. Entrego-me. Questiono-me. Descubro-me. Talvez um dia, na minha espera demorada, consiga encontrar um lugar “ideal”. Abro os olhos. Liberto-me. Sorrio. Enfrento a azáfama da minha vida indefinida.
O que se pode acrescentar a toda esta beleza sentimental? Ta excelente esta expressao da tua alma talvez ou de outra que conheces profundamente! Imaginaçao nao me parece, talvez um desejo...
ResponderEliminarNao sei se postaste este texto como reflexo de um estado de espirito negativo... embora haja palavras que parecem mostrar isso.
ResponderEliminarSeja como for, queria apenas dizer que a tua presença é indiscutivelmente relevante na minha vida...alias, essencial!!! E espero que seja assim nos próximos 100 anos...
Obrigada por nos brindares com textos tão bons!
***
Diana (eu mma, e desta vez espero comentar uma so vez :P)
Bonitas palavras, profundas e sentidas... uma panóplia de emoções reveladas num texto carregado de sentimento, onde a solidão se cruza com a felicidade da esperança... mesmo que penses não o ser, foi o que me revelou nas entrelinhas...
ResponderEliminarBjs e continuação de bom trabalho, porque vais muito bem.
Vitor Andrade
gostei muito do teu texto!
ResponderEliminarConheço a genuinidade e sentimento com que o escreveste...está de tal forma bem escrito que é dificil ser-lhe indiferente,obriga a reflexões mais profundas...bjs
Melani
Adorei não só este texto, mas tb outros. Es mesmo muito especial... continua assim, és mesmo magnifica! Patricia Angélica
ResponderEliminarLindo! Para quando é a publicação do teu livro? ;) beijinhos
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