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9.04.2016

Até ao risco...

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Eram de várias cores e tamanhos, espalhados aleatoriamente sob o tampo de madeira branca. Assim, dispersos ao acaso, fizeram-me lembrar o ...
8.12.2016

Pular fora

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Não consegues escapar desse labirinto de fonemas ruidosos, palavras dúbias e gestos incertos em que te iludem. É nesse cárcere anímico que...
3.08.2016

Agora, é morrer aqui...

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As minhas mãos, magras e engelhadas, repousam separadas no meu regaço. Os meus olhos, claros e cansados, fitam, com desdém, o velho que nã...
3.06.2016

Palavras (des)prendidas

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Acordei repentinamente Com a urgência de te escrever. Senti os minutos a pesarem como horas E o peso da chuva a ameaçar a man...
10.11.2015

À menina de cabelos brancos

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Para lá da porta, havia uma cortina cerrada de chuva. Na porta, recortava-se a silhueta sombria da pessoa que, após uma série de perguntas...
9.04.2015

Trechos em dueto

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Yisa Akinbolaji Um desvio repentino precede um olhar fixo. Uma incerteza consumada sucede à emoção abafada. As mãos tristes preenc...
8.16.2015

O viajante perturbador

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Clina Polloni O céu escarlate domina o horizonte, nesta terra de homens tisnados. A esta hora, não importa a idade, as crenças, as o...
12.25.2014

Mensagem Natalícia

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4.11.2014

Caracteres com carácter

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Reencontro-te nessas palavras coladas num postal remetido de um país distante. Reencontro-te nesses sorrisos que não toleramos que nenhuma...
2.09.2014

Incredulidades

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Caminho por entre estas paredes que cheiram a sofrimento desinfectado. Cada passo acentua o medo, exalta a dúvida do que vou encontrar. V...
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9.06.2013

Sentidos em narrativa

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Mesmo em frente, uma pequena e tosca chaminé está plantada sobre um telhado de lousa. Usa um chapéu de ferro que obriga o fumo a revolute...
1 comentário:
8.28.2013

Microcosmos

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Deito-me sobre o chão do meu quarto. O tapete às riscas é a minha única perspectiva. Sucumbo ao cansaço dos dias vazios. Hoje, não luto co...
8.22.2013

Aritmética dos Afectos

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Os seus fundos olhos mansos encaram-me, desconfiados. São desse castanho-escuro que veste estas cepas que tantas energias nos sugam. Lanç...
2 comentários:
4.26.2013

O brinquedo nunca morre

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Ele ficará pendurado no tempo, enquanto a corda onde se segura aguentar. Ele mantém-se firme e paciente. Ele é a metáfora do seu criador....
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Brinquedos resgatados à nostalgia

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Não piscam, não usam pilhas, não trazem manual de instruções, não vêm em catálogos nem se encontram em hipermercados.  São, assim, os brin...
5 comentários:
2.17.2013

Alvorada no Douro

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Desvio a cortina porque esta maldita insónia regressou. A escuridão começa a ser expulsa… A princípio, empurrada por uma neblina cor-de-ros...
3 comentários:
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