Hoje, um poema inédito de Fernando Pessoa:
«Cansa ser, sentir dói, pensar destruir.
Alheia a nós, em nós e fora,
Rui a hora, e tudo nela rui.
Inutilmente a alma o chora.
De que serve? O que é que tem que servir?
Pálido esboço leve
Do sol de Inverno sobre meu leito a sorrir...
Vago sussurro breve.
Das pequenas vozes com que a manhã acorda,
Da fútil promessa do dia,
Morta ao nascer, na 'sperança longínqua e absurda
Em que a alma se fia.»
Oi Patrícia,
ResponderEliminarAdoro Pessoa. É o meu poeta favorito.
Vim agradecer-te a tua visita lá ao meu sítio. Espero que tenhas gostado e conto ver-te lá mais vezes.
Será sempre um prazer.
Beijinho
Fernando Pessoa...
ResponderEliminarfico completamente extasiada cada vez q leio ou ouço um poema dele... entao se for um que eu n conhecia... ;)
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