Ouvi-te dizer “tu vais conseguir” e convenci-me que seria capaz…
Ouvi-te dizer “tu serás sempre capaz de dar um sorriso de conforto” e acomodei-me…
Ouvi-te dizer “tu és alguém verdadeiramente especial” e protegi-me com um sorriso…
Mais tarde ouvi dizer que tinhas dito que eu era uma fraca por não ter conseguido lutar verdadeiramente por aquilo que queria e que o meu sorriso era tão adaptável às circunstâncias que o tornavam cínico. Também ouvi dizer que disseste que a memória da pessoa especial que um dia signifiquei para ti, se tinha desfeito como um castelo na areia. Ouvi dizer que tinhas dito e não acreditei até ao dia em que o disseste, na minha presença, a terceiros.
Quis acreditar que aquilo que disseste um dia ficaria só entre nós… Imaginei que guardarias esse código como a mais doce recordação daquilo que um dia fomos, mas a tua necessidade de fazer publicidade foi mais forte do que o respeito daquilo que supostamente sentias por mim…
Sonhei que seria possível existir alguém como eu idealizei… Pensei que te conhecia, mas com aquilo que um dia me disseste e com aquilo que um dia os outros disseram de ti e com aquilo que o meu coração se recusou a ouvir no outro dia, acabo por ficar confusa… E percebo que as portas do diálogo embora entreabertas, já não conseguem mover-se com a minha ténue força de tentar empurrá-las para as fechar de vez…
Não quero ouvir-te dizer mais nada a meu respeito! Contudo, ainda não eduquei a minha sensibilidade auditiva a não escutar pessoas que forjam palavras para transformar sentimentos belos em sentimentos opostos.
Ouvi-te dizer “tu serás sempre capaz de dar um sorriso de conforto” e acomodei-me…
Ouvi-te dizer “tu és alguém verdadeiramente especial” e protegi-me com um sorriso…
Mais tarde ouvi dizer que tinhas dito que eu era uma fraca por não ter conseguido lutar verdadeiramente por aquilo que queria e que o meu sorriso era tão adaptável às circunstâncias que o tornavam cínico. Também ouvi dizer que disseste que a memória da pessoa especial que um dia signifiquei para ti, se tinha desfeito como um castelo na areia. Ouvi dizer que tinhas dito e não acreditei até ao dia em que o disseste, na minha presença, a terceiros.
Quis acreditar que aquilo que disseste um dia ficaria só entre nós… Imaginei que guardarias esse código como a mais doce recordação daquilo que um dia fomos, mas a tua necessidade de fazer publicidade foi mais forte do que o respeito daquilo que supostamente sentias por mim…
Sonhei que seria possível existir alguém como eu idealizei… Pensei que te conhecia, mas com aquilo que um dia me disseste e com aquilo que um dia os outros disseram de ti e com aquilo que o meu coração se recusou a ouvir no outro dia, acabo por ficar confusa… E percebo que as portas do diálogo embora entreabertas, já não conseguem mover-se com a minha ténue força de tentar empurrá-las para as fechar de vez…
Não quero ouvir-te dizer mais nada a meu respeito! Contudo, ainda não eduquei a minha sensibilidade auditiva a não escutar pessoas que forjam palavras para transformar sentimentos belos em sentimentos opostos.
Um dia ainda me vais dar um autógrafo num dos teus livros...
ResponderEliminarEscreves de uma forma simplesmente magnifica.
Beijinhos****