Riste assim: do fundo da alma…
As frustrações curvadas, as alegrias solitárias retorcidas,
E as invejas alheias desse riso pueril acumuladas
Não conseguem corromper a tua genuinidade.
O guerreiro que habita em ti não conhece os limites
Da nobreza de um coração solidário e aberto.
A vénia do teu ego testa a minha humildade.
O teu abraço protector afasta as dores anímicas
Que precedem os dilemas do dia-a-dia.
E essas mãos pequenas e robustas
Seguram as minhas fraquezas camufladas
Quando, ao final da noite, a armadura cai.
Alguém te manda ir a direito. Sem olhar para os lados!
Mas o importante, para ti, é o que fica lá trás…
Porque é isso que te dá força para seguir em frente,
Sem medos, sem desânimo, sem saudades,
Pois, tudo aquilo que te obrigaram a deixar
Vai continuar à espera que tu voltes.
Costumas dizer que “a cadeado só se fecham os sentimentos puros”
Queres expulsar o fútil que está a mais em tudo o que é excessivo.
Talvez por isso sorrias sempre assim…
Esse riso quebra o mais gélido dos silêncios falados,
Desfaz as contradições e simplifica as redundâncias.
A foto que me recorda de ti não consegue reproduzir
A excelência do Ser que há para além desse riso a acabar.
Riste assim, dessa forma encantadora e espontânea.
E é esse riso, do fundo da alma, que ilumina
O meu dia nebuloso, neste calor primaveril.
As frustrações curvadas, as alegrias solitárias retorcidas,
E as invejas alheias desse riso pueril acumuladas
Não conseguem corromper a tua genuinidade.
O guerreiro que habita em ti não conhece os limites
Da nobreza de um coração solidário e aberto.
A vénia do teu ego testa a minha humildade.
O teu abraço protector afasta as dores anímicas
Que precedem os dilemas do dia-a-dia.
E essas mãos pequenas e robustas
Seguram as minhas fraquezas camufladas
Quando, ao final da noite, a armadura cai.
Alguém te manda ir a direito. Sem olhar para os lados!
Mas o importante, para ti, é o que fica lá trás…
Porque é isso que te dá força para seguir em frente,
Sem medos, sem desânimo, sem saudades,
Pois, tudo aquilo que te obrigaram a deixar
Vai continuar à espera que tu voltes.
Costumas dizer que “a cadeado só se fecham os sentimentos puros”
Queres expulsar o fútil que está a mais em tudo o que é excessivo.
Talvez por isso sorrias sempre assim…
Esse riso quebra o mais gélido dos silêncios falados,
Desfaz as contradições e simplifica as redundâncias.
A foto que me recorda de ti não consegue reproduzir
A excelência do Ser que há para além desse riso a acabar.
Riste assim, dessa forma encantadora e espontânea.
E é esse riso, do fundo da alma, que ilumina
O meu dia nebuloso, neste calor primaveril.
Fantástico. Adorei.
ResponderEliminarParabéns.
Bjs
PATRÍCIA
ResponderEliminarEstá lindo. Que mais dizer?
Adorei. Parabéns.
Depois dos exames e das aulas terem terminado, já há tempo para mais inspiração, nota-se.
GOSTEI:
O teu abraço protector afasta as dores anímicas que precedem os dilemas do dia-a-dia.
E essas mãos pequenas e robustas
Seguram as minhas fraquezas camufladas quando, ao final da noite, a armadura cai.
E é esse riso, do fundo da alma, que ilumina o meu dia nebuloso, neste calor primaveril.
BEM QUE PRECISAVA DE ALGUÉM PARA SEGURAR AS MINHAS FRAQUEZAS.
Obrigada pelas tuas simpáticas palavras lá no meu kalinka, és sempre bem vinda, espero-te.
Beijokas e bom domingo.
Olá Patrícia
ResponderEliminarQue se passa Amiga?
Serão as Férias?
Espero que sim, só mesmo as férias, para estares tanto tempo ausente.
Espero por ti.
Beijos com carinho.