Cansaço entusiasmado? Vitalidade desfeita? Rotina inconsciente? Ânimo apagado? Vontade dessincronizada? Talvez sejam só energias gastas. Raramente lhe sentimos os pés de Aquiles quando calçamos a motivação no tamanho apertado...
Ritmos acelerados são incompatíveis com instantes demorados para gravar e guardar. Pequenos gestos não são absorvidos com a mesma predisposição de quem se preocupa mais em olhar do que ver. Há palavras ditas a escapar do léxico dos vocábulos proferidos com conotação.
O livro jaz à beira da cama por fazer, na pressa de acordar e ir ao encontro das realidades fechadas, difíceis na sua aparente acessibilidade. E o silêncio, aquele de que todos fogem, nem sequer se chega a perceber a presença.
É com um pouco de sossego que a caneta volta a assumir uma liderança natural por entre os dedos esvaziados de forças para segurá-la com a destreza de antes. Escrever em vez de teclar, atropelar pensamentos em vez de matar impressões fugidias.
Ontem pude Escrever. A maiúscula do verbo tem um formato colossal, equivalente à minha incapacidade de admitir o quão falta me faz sentir necessidade de conjugar palavras à luz desse candeeiro de tempo.
Reparo na ausência de motivos para escrever e culpabilizo-me pela desatenção perante as imagens dos dias. Parece que deixei de extrair a essência para ficar à deriva na superficialidade que não incomoda nem questiona.
Ritmos acelerados são incompatíveis com instantes demorados para gravar e guardar. Pequenos gestos não são absorvidos com a mesma predisposição de quem se preocupa mais em olhar do que ver. Há palavras ditas a escapar do léxico dos vocábulos proferidos com conotação.
O livro jaz à beira da cama por fazer, na pressa de acordar e ir ao encontro das realidades fechadas, difíceis na sua aparente acessibilidade. E o silêncio, aquele de que todos fogem, nem sequer se chega a perceber a presença.
É com um pouco de sossego que a caneta volta a assumir uma liderança natural por entre os dedos esvaziados de forças para segurá-la com a destreza de antes. Escrever em vez de teclar, atropelar pensamentos em vez de matar impressões fugidias.
Ontem pude Escrever. A maiúscula do verbo tem um formato colossal, equivalente à minha incapacidade de admitir o quão falta me faz sentir necessidade de conjugar palavras à luz desse candeeiro de tempo.
Reparo na ausência de motivos para escrever e culpabilizo-me pela desatenção perante as imagens dos dias. Parece que deixei de extrair a essência para ficar à deriva na superficialidade que não incomoda nem questiona.

_♥♥_♥♥
ResponderEliminar_♥♥___♥♥
_♥♥___♥♥_________♥♥♥♥
_♥♥___♥♥_______♥♥___♥♥♥♥
_♥♥__♥♥_______♥___♥♥___♥♥
__♥♥__♥______♥__♥♥__♥♥♥__♥♥
___♥♥__♥____♥__♥♥_____♥♥__♥_____
____♥♥_♥♥__♥♥_♥♥________♥♥
____♥♥___♥♥__♥♥
___♥___________♥
__♥_____________♥
_♥____♥_____♥____♥
_♥____/___@__\\___♥
_♥____\\__/♥\\__/___♥
___♥_____W_____♥
_____♥♥_____♥♥
_______♥♥♥♥♥
Votos de PÁSCOA FELIZ.
AMIGA PATRÍCIA
O meu «kalinka» faz 3 anos.
A Festa continua, a mesa está posta, estou aqui para receber os convidados.
Convido-te para a Festa e aproveito para dizer:
OBRIGADO pela amizade, pelo carinho, pela ternura.
OBRIGADO!
Beijinhos de estima.
...ausência de motivos para escrever...dizes tu, no texto - ora bem, eu tenho sempre imensos motivos para escrever, não tenho tido tempo para nada...
Elogio,
ResponderEliminara capacidade de fugir ao ruído quotidiano que nos esmaga, ao tempo rígido, para encontrar o sabor e saber de um tempo mais maleável e escrever estas linhas sentidas.
Boas escritas.
bB