Às vezes, bastava um pedaço de sol e um resto de ti. Sem as palavras atiradas para um futuro que não nasce no presente. Dos objectivos que se relegam sem consciência fica apenas a concretização de um esquisso que não se delineou.
Usando o fósforo queimado construo cinzas do que já existe. As emoções nos bolsos e as mãos a segurá-las. Dispenso os sorrisos de cumplicidade forçada que querem afastar a solidão, porque ela é intrínseca a todo o ser humano.
Conjugo atitudes e comportamentos para melhor reagir às forças de cenário. Aqui e ali não consigo evitar deixar fragmentos do meu verdadeiro eu e há quem os cristalize e venere, sem razão e sem complexo. Passam os anos. Era preferível que tudo fosse mais simples: sem juízos nem prejuízos que ficam de projectos de viabilidade frustrados e ambições com raízes nos dias passados.

A tua escrita é de uma simplicidade intrigante e de uma beleza e complexidade genial... Parabéns... Ganhas-te um fã.
ResponderEliminarÉ estranho, que as maiores tristezas sejam inspiradoras dos melhores textos...
ResponderEliminarbB
Maninha, maninha =)
ResponderEliminarCá estou de volta a ler o teu blog :)
Sempre tudo magnifico!
=) lindo texto!
ResponderEliminarMelani