Hoje apeteceu-me postar as fotos tiradas no primeiro dia do mês passado e, também, alargar a discussão que atormentou os nossos espíritos nessa incursão aos jardins do Palácio de Cristal, no Porto.
Entre vários temas de uma conversa de algumas horas fugidias, a grande questão foi: “serão os sorrisos naturais fotografáveis?!”. Tenho a dizer-vos que não chegámos a nenhum consenso, porque dificilmente alguma de nós cede nas suas convicções (e ainda bem!). A Catarina defendia que os sorrisos naturais eram fotografáveis, eu e a Liliana tínhamos uma opinião discordante.
Eu continuo a defender que um sorriso natural é muito improvável de ser fotografado. A naturalidade, força, vivacidade e beleza de um sorriso são atributos que, dificilmente, são retratados com fidedignidade ao real. Talvez nem 5 ou 6 fotografias tiradas, ao mesmo tempo, de diferentes ângulos, logo com várias perspectivas, conseguiriam captar um sorriso natural.
Entre vários temas de uma conversa de algumas horas fugidias, a grande questão foi: “serão os sorrisos naturais fotografáveis?!”. Tenho a dizer-vos que não chegámos a nenhum consenso, porque dificilmente alguma de nós cede nas suas convicções (e ainda bem!). A Catarina defendia que os sorrisos naturais eram fotografáveis, eu e a Liliana tínhamos uma opinião discordante.
Eu continuo a defender que um sorriso natural é muito improvável de ser fotografado. A naturalidade, força, vivacidade e beleza de um sorriso são atributos que, dificilmente, são retratados com fidedignidade ao real. Talvez nem 5 ou 6 fotografias tiradas, ao mesmo tempo, de diferentes ângulos, logo com várias perspectivas, conseguiriam captar um sorriso natural.

Eu e Liliana, num trabalho de publicidade aos nossos kispos, apresentando a colecção de uns estilistas promissores que sabem escolher os melhores modelos. Note-se que estes sorrisos não são naturais, mas propositados (tínhamos que ter em mente os valores milionários do contrato publicitário).

Aqui quem apanhou um sorriso natural à Catarina fui eu! Isto considerando que todos os sorrisos dela são naturais e, por isso, captados pela máquina fotográfica. Nesta foto, a Catarina foi “vítima” da sua própria teoria!

Novamente eu e a Liliana, mas aqui num momento de boa disposição (já não me lembro o motivo… Provavelmente alguma piada engraçada ou se calhar sem motivo). A Catarina não perdeu a oportunidade para “apanhar” um fragmento dos nossos sorrisos naturais (talvez tenha conseguido…). Esta fotografia é o resultado e vale pela qualidade artística.

Por fim, consegui captar um sorriso simulado à Catarina e à Liliana. O que serviu para provar que os sorrisos naturais não se fotografam com outra máquina se não com a máquina ao serviço do sentimento.
Não quero com esta posição desvalorizar a importância das fotografias. Estas fotografias (ou quaisquer outras) testemunham circunstâncias que, posteriormente, nos “transportam” para o contexto em que foram tiradas. De facto, “sem a fotografia a nossa experiência do mundo circundante limitar-se-ia àquilo que está ao alcance dos nossos olhos”.
Embora haja, tendencialmente, uma atitude de artificialismo (por exemplo: poses anti-naturais, sorrisos forçados, expressões corporais moldadas, etc.) perante uma objectiva, com a finalidade de “ficar bem” na fotografia, é inegável o valor documental da mesma.
Neste contexto posso aplicar estas interrogações de Fernando Pessoa (in “Livro do Desassossego por Bernardo Soares”) para que reflictam sobre elas: “Que verdade é esta que uma película não erra? Que certeza é esta que uma lente fria documenta?”
Para terminar, acredito que essa primeira tarde solarenga de Março ficará nas nossas memórias como uma lembrança agradável, à qual vamos regressar em “dias cinzentos”.
Que agradável surpresa!!! Realmente aquela tarde de Março vai ser sempre um lugar para onde voltarei em dias menos bons, n fosse a tua companhia das melhores q ja encontrei até hoje;) Bem, quanto à discussão daquele dia continuo a achar q um sorriso natural não é fotografável, pode apenas ser sentido por quem o recebe! Apesar de gostar muito de fotografia e destas que tirámos no Palácio de Cristal, os sorrisos dessa tarde são apenas nossos;) Espero poder repetir o passeio, já tenho saudades!! E, quem sabe, desta vez em Coimbra! Gostava muito que viesses!! Gostei da surpresa! És uma krida:) Fica bem!1 beijo muito grande pra ti!***
ResponderEliminarEsqueci-me de uma coisa! Quanto à foto para promover o grande estilista q desenhou os nossos kispos, conseguimos o contrato!! Vamos aparecer em tudo quanto é revistas de moda!! Fiquem atentos! Vamos ser muuuuito famosas!;) hehe. Afinal os sorrisos propositados valeram a pena! :) Beijooos
ResponderEliminarO Papa morreu, conto com um artigo aqui.
ResponderEliminarOs sorrisos naturais não são necessariamente espontâneos.
A naturalidade, força, vivacidade e beleza de um sorriso está em todos (ou quase todos) os vossos sorrisos dessa tarde.
Podes ter sorrido de propósito para uma foto, mas isso não quer dizer q não fosse natural e que não expressasse o teu estado de espirito na hora.
Oh, olha, não me apetece bater na mesma tecla, vocês não iam perceber e eu não ia conseguir explicar...
"considerando que todos os sorrisos dela são naturais"??
Beso!
o pá, ésó uma questão de comparares os sorrisos dessas fotos| é básico.
ResponderEliminare continuoà espera q mas envies po mail ou uma coisa assim do genero... :)
bj
E sempre dificil chegar a um consenso, quando as opinioes sao divergentes e toda a gente se agarra a sua com todas as forças! Nao teria piada se alguem cedesse....
ResponderEliminarEu defendo que um sorriso e tudo, e a chave para tudo, e o que todos nos deviamos fazer todos os dias...sorrir! Fotografavel ou nao....nao importa, o importante e sorrir! E como tu dizes...o meu sorriso e lindo, por isso quero poder continuar a sorrir, para que seja ainda mais lindo... faz o mesmo! Beijinho
Li algures que um bom actor consegue simular um sorriso verdadeiro. Ao que parece existe uma técnica que permite ver se um sorriso é verdadeiro ou “falso”. Eu sei qual é, mas como é muito complicado explicar, vou-me esquivar a faze-lo... É preciso ter cuidado com quem nos sorri, é que se calhar muitas vezes somos “burlados”... Paz, (como dizem os manos)...
ResponderEliminarRoberto F. P. Rocha