“Somos confusos como as florestas.
Tu, eu (e todos nós)
Temos enredos na voz,
Armaduras e espessuras
Que nos encobrem de nós.”
Tu, eu (e todos nós)
Temos enredos na voz,
Armaduras e espessuras
Que nos encobrem de nós.”
António Gedeão
(in “Alguém sabe do João?”, de Maria Teresa Maia Gonzalez)
É inevitável que, de vez em quando, abandonemos as "armaduras e espessuras que nos encobrem de nós"...
Patrícia,
ResponderEliminarBom dia,
Espero que esteja tudo bem contigo. Venho pedir-te desculpas pela minha ausência ... que vai continuar ... amanhã vou de férias ... e só estarei de regresso no dia 16.
Beijinhos