De quanto vale o tempo que passa, se parece que demora a passar?
De quanto vale que a acção seja continuada, se já está destituída de sentido?
De quanto vale que dure muito tempo, se há o desejo urgente de que acabe o quanto antes?
E se o instante em que suspiramos for veemente?
E se o momento em que sentimos o êxtase, é de si arrebatador?
E se a hora em que rimos é apenas a face da leveza do Ser?
O prazo do nosso tempo deveria ser assim: curto e intenso (como certo tipo de chocolate quente!). Contudo, será que o nosso curto tempo nos deixará sentir o rubor das intensidades vividas?
Muitas perguntas e nenhuma resposta em concreto. Sao questoes destas que nos fazem viver o dia a dia, pois para obtermos algumas respostas e necessario viver...
ResponderEliminarNao concordo que o prazo do nosso tempo deveria ser curto, intenso sim, mas curto nao, já o é por natureza...
Belo murmurar...
ResponderEliminarO teu (interessante) questionar já faz parte desses momentos desta Vida cheia de inusitadas situações, momentos e estados de alma...
Bjs remetidos do meio do Atlântico,
Apiur
Gostava de te felicitar pelo teu blog.
ResponderEliminarDescobri-o há pouco e tenho a confessar que adoro a forma como escreves e os temas que escolhes.