Fôssemos apenas resquícios do que somos?
Certamente, invejaríamos as identidades por definir,
Seríamos andarilhos das libertações figuradas,
Dos sentimentos despidos em metamorfoses
Constantes, inequívocas e breves…
Restaríamos exaustos e pobres,
Sentados na margem da inconsciência.
Abrigados à mesa das necessidades,
Chamaríamos a saciedade não vivida
Em troca de um gesto simples e completo
Que desenhasse minúsculas encriptadas
Nessa codificação por inaugurar,
Que se arrasta, intocável, pelo tempo.
Certamente, invejaríamos as identidades por definir,
Seríamos andarilhos das libertações figuradas,
Dos sentimentos despidos em metamorfoses
Constantes, inequívocas e breves…
Restaríamos exaustos e pobres,
Sentados na margem da inconsciência.
Abrigados à mesa das necessidades,
Chamaríamos a saciedade não vivida
Em troca de um gesto simples e completo
Que desenhasse minúsculas encriptadas
Nessa codificação por inaugurar,
Que se arrasta, intocável, pelo tempo.
E, ainda assim, somos não mais do que uma imagem projectada dos seres que poderíamos ser; um vislumbre do que seremos.
ResponderEliminarBeijo
Esta foto sim :)
ResponderEliminarEstou a ver que continuas a dar ouvidos ao que te disse ha mto tempo em relação às fotos ;b