12.18.2009

Meia-luz

E depois de saíres, fica o vazio deitado aqui ao lado. Irrequieto e sem se remeter ao silêncio, importuna o relógio e deseja-o avariado. Quer os ponteiros estáticos e aquele tiquetaque calado.



E depois de saíres, deixas-me também esta paz absurda que me assusta.

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