6.14.2010

Nesgas de desalento


Aqui, de corpo cansado e alma ferida, peço que me levem, de vez, as memórias distantes. Não quero recuperar os tons das vontades próximas que hoje não reconheço. Só preciso de arrecadar as lamúrias, enxovalhar os ideais de outrora e seguir em frente, sem olhar para os lados. É que nessas paisagens, que creio mortas, pode existir alguém que ainda viva desiludido e me olhe com desdém, atentando contra a minha auto-estima.

1 comentário:

  1. Anónimo5:10 p.m.

    Às vezes não é nada fácil conseguir afastar memórias nem seguir em frente focados numa direcção única. Mas sendo a melhor opçao para nos mantermos em paz interior, tem q se conseguir :)

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