7.14.2010

Presença de espírito

Observo-a naquela serenidade intangível e ficamos neste silêncio meigo. Os gestos são simples, de uma genuinidade brutal. O olhar, irrequieto, debruça-se sobre o alcance dos pensamentos. E a liberdade nasce assim: terna, sedutora e independente de tudo. Nela habita uma poesia em delírio e um insondável desejo de partilhas ao serão.

1 comentário:

  1. Anónimo3:42 p.m.

    LIBERDADEEEEEEE SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM!!!!!

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