5.27.2011

Balançando, por aí

O relógio é mero adereço no pulso. O tempo é sentido na mesma indiferença, sem picos de emoção, rasgos de ansiedade ou urgências que não possam ser retardadas.

Abro a persiana, devagar. Todos os dias nascem diferentes, mas morrem da mesma forma silenciosa quando, à noitinha, corro as cortinas.

Nesse intervalo, a vontade de permanecer dança com o desejo de novas aventuras. Há por aqui uma intensa necessidade de mudar e caminha, por aí, a convicção de ser fatal.

imagem retirada da Internet

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